Você é o que você pensa! Coach e a programação neurolinguistica sistêmica na melhoria do Ser


Você é o que você pensa!

Coach e a programação neurolinguistica sistêmica na

melhoria do Ser

(Texto baseado no ebook “A PNL e a sua vida pessoal” escrito pela sociedade brasileira de Neurolinguistica)

Os termos Coach e PNL estão em ênfase nas redes de cura já tem algum tempo. A primeira refere-se aos profissionais que estudam diversas maneiras de potencializar as qualidades humanas e a segunda refere-se à “Programação Neurolinguística”, uma disciplina que permite, através de técnicas e metodologias, melhorar o funcionamento do nosso cérebro até obtenção de uma excelência de pensamentos e ações. Os “coachs” estão aliando aplicações de algumas técnicas de PNL em seus programas e com isso vêm obtendo um resultado potencializado em seus clientes. Mas o que significa “coach”? Traduzindo a palavra encontramos “técnico”. E é isso mesmo o que essas pessoas se transformam na vida de outras. Verdadeiros técnicos de vida. São pessoas aptas a mostrarem aos outros os caminhos do sucesso nas mais diferentes áreas da vida. Existem coachs de relacionamento, de carreira, de desenvolvimento pessoal, coach de saúde, coach holísticos e para cada dificuldade humana é possível encontrar um bom técnico com habilidade para ajudar a resolver o problema. A junção das duas técnicas enfatiza a utilização dos elementos primordiais para auxiliar as pessoas a executarem o trabalho ou tarefas que desejam para conseguirem realizar seus sonhos e principais objetivos da vida. A PNL sistêmica, ou Programação Neurolinguistica Sistêmica teve sua origem no final da década de 80 e seus percursores são: Robert Dilts e Todd Epsten. Eles introduziram mais inteiramente os conceitos sobre estrutura cibernética, o pensamento sistêmico e a ênfase na ecologia na prática da PNL. O nome Programação Neurolinguística resume seus três pilares de sustentação. O neuro remete à mente, onde processamos nossas experiências por meio dos cinco sentidos. Linguística refere-se à linguagem ou a outras formas de comunicação não verbal. O termo programação pode ser entendido como uma comparação entre a mente humana e um computador: o cérebro é o “hardware”, enquanto a mente, os pensamentos e os comportamentos compõem o “software”, ou seja, o programa que define como o computador interpreta os dados recebidos. A PNL pode mudar padrões de comportamento a longo prazo e ser aplicada onde quer que haja pessoas. Com suas ferramentas, você pode livrar- se de medos, fobias, maus hábitos e compulsões; melhorar sua memória; diminuir a ansiedade; superar neuroses; aumentar a auto-estima; tomar

decisões mais acertadas e organizar-se para realizá-las. Isso porque permite que seus praticantes “reprogramem” a mente, substituindo falhas de programação gerados no passado. O ser humano tem sonhos e desejos. No entanto, muitas vezes o alvo parece se afastar mais, a cada dia. O primeiro procedimento é imaginar o estado desejado, ou seja, o que eu quero. Nesta etapa, é importante que o desejo seja dito em termos positivos. Por exemplo: “eu quero ser magra”, que é diferente de “eu não quero mais ser gorda”. Além disso, o objetivo deve poder ser iniciado e controlado somente por mim, para que não haja interferências externas, e deverá ter tamanho apropriado e exato. A PNL existe em cada contexto onde haja a possibilidade de aprendizagem e evolução. A PNL introduziu no mundo a possibilidade da aceleração do processo evolutivo e do encontro da felicidade e da realização. A PNL existe em cada contexto onde haja a possibilidade de aprendizagem e evolução. “As crenças são pilares de sustentação de nossa personalidade. Elas guiam decisões e comportamentos em todas as áreas de nossa vida, determinando o que nos parece bom, mau, possível ou impossível. Desde que nascemos vamos colecionando construções mentais baseadas no que aprendemos com nossos pais, parentes, amigos, professores, colegas, com a televisão ou com livros, jornais e revistas. Esse conhecimento tem grande potencial para percorrer toda a vida da pessoa. Um bom exemplo é como nos ligamos fortemente à determinada religião, posição social ou esportiva que aprendemos como crianças. Na infância, a criança está “aberta” e curiosa em descobrir o mundo e pode ser altamente influenciada pelos outros. Desta forma, os rótulos direcionados a si mesma (“sou bonito”, “sou inteligente”) ou a outras pessoas (“ela é chata”, “eles são malvados”) são formados. Se essa criança não encontra contra- -exemplos pelo caminho, esses rótulos se tornam crenças e profecias auto-realizadoras. Uma arma tão poderosa pode ser usada de forma positiva ou negativa. O jeito mais fácil de enfraquecer uma crença negativa é desafiá-la. Comece hoje mesmo desafiando a sua crença mais limitante.

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