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Infinitas possibilidades de cura

18/07/2018

Se estamos de bom humor quando nos levantamos de manhã, com um sentimento caloroso no coração, automaticamente está aberta a nossa porta interior para aquele dia. Mesmo se uma pessoa pouco amistosa apareça não nos perturbamos, e podemos até dizer a ela alguma coisa simpática. 
Mas num dia de humor menos positivo, quando nos sentimos irritados, nossa porta interior se fecha automaticamente. O resultado é que, mesmo se encontramos nosso melhor amigo, ficamos pouco à vontade e tensos.
 Tais situações mostram a diferença que nossa atitude interior faz nas experiências do dia-a-dia. Precisamos, pois, a fim de criar uma atmosfera agradável em nós mesmos, nas nossas famílias e nossas comunidades, compreender que a fonte desse bem-estar está dentro do indivíduo, dentro de cada um de nós — um bom coração, compaixão humana, amor.
Devemos construir relacionamentos mais próximos, de confiança mútua, compreensão e ajuda. Todos querem a felicidade e evitar o sofrimento. Todos têm o mesmo direito de serem felizes, e aí reside a nossa igualdade fundamental. 
Não é necessário seguir filosofias complicadas. Nosso próprio cérebro, nosso próprio coração é o nosso templo. A filosofia é a bondade. 
A humanidade é uma só e este pequeno planeta é nossa única casa. Se temos de proteger esta casa, cada um de nós precisa experienciar um sentimento vivo de altruísmo universal. 
Nosso planeta foi abençoado com vastos tesouros naturais. Se os usarmos adequadamente, todo ser humano poderá usufruir de uma vida rica e de bem-estar. O cultivo do amor e da compaixão é a verdadeira essência de todas as crenças. 
O importante é que em nossa vida diária possamos praticar as coisas essenciais.”  (DALAI LAMA)
    Início a matéria com esse texto especial do líder espiritual budista Dalai Lama, uma sumidade na arte humana da compaixão. O Tibet foi invadido pela China fazem muitos anos, o Dalai Lama era um jovem quando isso ocorreu.
Passaram-se décadas, e ele e seu povo, continuam com equanimidade e compaixão quando são indagados sobre o assunto. Tocou-me muito quando li em um dos seus livros, “Uma ética para o novo milênio” - um relato de uma das pessoas que cuidava dele enquanto morava no Tibet. Esse homem, monge,  era quem servia chá para ele, e quando o Tibet foi invadido,  foi uma das pessoas que ficou e  foi prisioneiro dos chineses por mais de 20 anos. 
Quando foi libertado, foi para a cidade de Daransala onde já mais velho o Dalai Lama vivia, na Índia. Chegando lá, quando puderam finalmente se reencontrar, Dalai perguntou a esse antigo amigo e cuidador o que foi mais difícil para ele durante seu período de encarceramento. Emocionado, o velho tibetano disse que em meio a muitas torturas, mortes, tragédias assistidas, o que foi pior para ele foi o dia em que ele quase perdeu a compaixão pelo soldado chinês que era responsável pelas celas, um dos torturadores. 
    O tocante dessa história é a capacidade, o treino mental e a disposição para sentir de fato amor incondicional, compreendendo leis espirituais como a do Karma e do Dharma, que para a filosofia tibetana é uma das bases de compreensão da vida.
Em nosso cotidiano também passamos por pequenas guerras, elas acontecem quando discutimos nossas diferenças e pensamentos de cunho  políticos, religiosos, filosóficos, culturais e espirituais. Acabamos nos afastando das pessoas que pensam ou vivem de maneira diferente de nós, mais isso é um processo natural e evolutivo. A  aproximação entre as pessoas acontecem quando se desenvolvem afinidades, gostos, novas condutas similares. No pensamento sistêmico diz-se que estamos olhando para a mesma direção. O  afastamento  acontece quando as bases de crenças ou filosofias são ou se tornaram diferentes, ou quando mudaram-se os valores internos. Nada de ruim nisso também, como a água e óleo que são compostos de moléculas diferentes, simplesmente não se misturam. Mais podem habitar o mesmo copo, ficando próximos sem alterem sua natureza primordial. 
A inclusão, o respeito, a aceitação, a compreensão da individualidade e singularidade de cada um, o não julgamento, e o desenvolvimento de qualidades como a empatia e a flexibilidade podem auxiliar a grupos ou pessoas com suas diferenças naturais para poderem conviverem em harmonia e paz. 
Um pensamento com certeza utópico para os dias atuais, mais com uma essência pura e promissora. A plena liberdade é atingida quando de fato podemos caminhar nesse vasto mundo de infinitas possibilidades com o coração aberto, a mente relaxada e o corpo agindo conforme a verdade interior de cada um, regida pelo coração em comunhão com a mente. 
“O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; 
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; 
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como
menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.  - 1 Coríntios 13:8-13” 
E treinando, praticando, nos aprofundando, permitindo que as mudanças internas e externas aconteçam,  com menos palavras e mais atitudes, podemos curar nossas antigas feridas de exclusões, de não pertencimento ou qualquer outra que surja.  E curados, com plenitude e benevolência podemos cada um , em sua totalidade , ajudar na construção de um mundo melhor.

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